Revista Literária

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sábado, 13 de novembro de 2010

Seu teatro,minha vida


Em fios movimentava-me,
Sem cor, paixão, nem um pouco d’água.

Quando lhe interessava me pegava,
Fazíamos um show
Mas nem remuneração desfrutava

Não era mais um,
Fazia-te feliz,
Enquanto todos choravam de gargalhada (...)
Da minha cara.

Passava meses no armário,
E você nem me ligava.

Eu gosto de amar muito
Por quase nada
Prefiro que me ame
Mesmo que seja só uma cena marcada.